quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Descobrindo a Geografia por Alessandra Lazzari



Durante o terceiro trimestre, em Geografia, foram feitas muitas construções e aprendizados. Nos primeiros anos, estudamos a interrelação do clima, da vegetação e da hidrografia num determinado lugar no mundo. Descobrimos que o fenômeno climático El Niño pode durar todo o verão, trazendo chuvas para o Sul do Brasil. 
Nos segundos anos, pesquisamos fatos e analisamos dados sobre a população mundial e brasileira. Ao levantar dados sobre a população da sala de aula, descobrimos que mais da metade dos pais dos estudantes desse ano migraram de outros lugares, do RS, de outros estados brasileiros e até de outro país. A maioria estava em busca de melhores condições de vida e trabalho. 
Outro dado interessante que foi levantado se refere a educação. Uma parte dos pais entevistados ainda não concluiu o Ensino Fundamental, outra parte ainda não terminou o Ensino Médio e, dos que concluíram a educação básica, o fizeram recentemente pelas exigências do mundo do trabalho. 
Além disso, até pouco tempo atrás, não havia vaga pra todas as crianças e jovens de 6 a 17 anos de idade na escola pública. É um direito conquistado já faz um tempo, mas na prática está se efetivando em nossos dias. 
Nos terceiros anos, estudamos a agricultura, a pecuária e sua relação com a economia e a vida. No Brasil, identificamos o crescimento do agronegócio e do uso de agrotóxicos na produção de alimentos. Percebemos que quando a atividade só visa o aspecto econômico, coloca em risco a saúde das pessoas e do planeta, como é o caso dessa forma de agricultura. 
Além disso, estudamos o processo de urbanização, que aconteceu no Brasil relacionado a industrialização, e os problemas sociais e ambientais decorrentes do crescimento sem planejamento, como a violência, a moradia, o lixo, o efeito estufa e as ilhas de calor.
Os estudos envolveram trabalhos em grupo, leituras e a apresentação em formato fanzineFanzine, segundo Fabrizio Yamai, "vem da contração da expressão em inglês fanatic magazine, que significa em português revista de fãs. E o que isso significa? Significa que os fanzines são publicações feitas por pessoas e para as pessoas que gostam de um determinado tema em comum, sejam elas amadoras ou profissionais".
Foi muito bacana acompanhar as produções e contribuir com o aprendizado de todas e todos!

Professora Alessandra Lazzari

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Projeto Identidade e Vivência

Ao chegarmos ao final de mais um ano letivo podemos perceber que os resultados foram bastante frutíferos. As turmas 101, 102, 103 e 104 , nas disciplinas de Sociologia, Seminário Integrado e Arte, desenvolveram ao longo do ano letivo o Projeto Identidade e Vivência, que tem por objetivo resgatar a história do aluno, através da pesquisa de campo e bibliográfica. Além disso, permite reconhecer a importância da história de vida do aluno, e sua importância para a construção da identidade social, oportunizando momentos para levantar questionamentos sobre o curso da sua história e dos seus antepassados. Parabéns aos alunos pelo belo trabalho desenvolvido durante o ano letivo. 









terça-feira, 3 de novembro de 2015

A busca pela identidade




O que é ?
Qual a diferença entre transexualismo de 
transvestismo/travestismo e homossexualidade? 
Qual o diagnóstico? 
Classificado como um transtorno de personalidade, esse distúrbio caracteriza-se pela persistência do indivíduo em se identificar. Neste caso a pessoa nasce com dois gêneros, a masculinidade e à feminilidade, ou melhor, à convicção que cada um tem sobre si de ser masculino ou feminino. Isso se forma muito precocemente, desde a formação do feto no útero da mãe. 
O desenvolvimento desse transtorno é  soma de causas genéticas e hormonais (vão determinar os caracteres físicos do bebê, se vai nascer com características de menino ou menina); da atitude dos pais ao aceitar ou não o sexo do bebê, a forma como esse bebê vai se caracterizar e tratado (Guri ou Guria); da interpretação do bebê a respeito dessas atitudes paternas ;da formação da personalidade (o bebê vai formando uma idéia a respeito de si a partir de sensações que surgem com a manipulação de seu corpo).
Também é importante termos conhecimento do conceito de identidade de gênero nuclear, que significa a convicção de que a designação do sexo da pessoa foi corporalmente e psicologicamente determinada, por exemplo, "tenho corpo de mulher e me sinto mulher". A diferença entre  o transexualismo de  transvestismo/travestismo e homossexualidade. 
No transvestismo a pessoa não sente que sua identidade de gênero está trocada (por exemplo, homem com corpo de homem sentindo-se homem), mas usa roupas do sexo oposto com objetivo de ter prazer erótico, para se excitar.
Apenas em casos em que a pessoa passa a se vestir como mulher a maior parte do tempo e ter dúvidas e sofrimento em relação a sua identidade de gênero é que se deve pensar que possa haver transexualismo latente. Já no homossexualismo, a pessoa também se sente adequada quanto à determinação de seu sexo (tem corpo de homem, sente-se homem), porém tem atração afetiva e erótica por outra pessoa do mesmo sexo que ela.
Em geral, psiquiatras ou psicólogos fazem esse diagnóstico, através de várias conversas com o paciente, para determinar corretamente os sentimentos dele.  
Como dizia Caio Fernando de Abreu, “Só que homossexualidade não existe, nunca existiu. Existe sexualidade - voltada para um objeto qualquer de desejo. Que pode ou não ter genitália igual, e isso é detalhe. Mas não determina maior ou menor grau de moral ou integridade.” Uns dizem que aceitam, outros dizem que aceitam mais acham errado. 
Não iremos mudar o a forma da sociedade pensar e aceitar a homossexualidade da noite para o dia, sendo pecado ou não a verdade é que devemos aceitar que o amor é puro e verdadeiro e rompe as barreiras da razão e que é inexplicável.  Independente da escolha
sexual de cada um, devemos respeitar o direito das pessoas buscarem sua felicidade. Não julgue alguém pela sua genitália, e sim pelas atitudes.

Fonte: 



Bianca da Rosa de Souza, Adriana Stürmer, Brenda Piccoli

domingo, 1 de novembro de 2015

Doar ou Não?



É correto  doação de órgãos? 
Já pensou em doar seus órgãos quando partir para outra vida? O que sua família acha sobre o assunto?

A doação de órgãos hoje em dia está sendo muito comentada pelos noticiários e os médicos estão incentivando mais os pacientes a conversarem com seus familiares sobre a doação. Com o avanço da tecnologia há muito mais transplantes de órgãos acontecendo no dia a dia. Rim, fígado, coração e córneas são os órgãos mais procurados para a realização de transplantes. O tempo de espera na fila depende da região em que o paciente está e o determinado órgão que precisa, sendo que resumidamente a espera é longa algumas vezes.
A morte de um ente querido é sempre uma situação difícil para toda a família, mas é justamente nesse momento crucial que a perda pode ser transformada em um ato de esperança ao dar uma nova vida para pessoas que passam anos na fila de espera por um transplante de órgãos.
Para que você seja um doador basta que informe a sua família, pois é ela quem autorizará a retirada dos órgãos quando você morrer. Porém, existem transplantes que podem ser realizados entre pessoas vivas, como é o caso do transplante de rim e medula óssea. A doação de medula óssea é bastante simples e não implica em prejuízo algum para o doador bastando que ele se dirija ao hemocentro mais próximo.
A família que recebe o órgão sabe exatamente da onde veio, mas a família que doou já não tem conhecimento de onde se encontra a família que recebeu o órgão.
Converse com sua família e seja um doador de órgãos!




Larissa Testolin e Fabiana Cavalheiro Duarte

AMOR INCONDICIONAL



'Então disse Deus: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os grandes animais de toda a terra e sobre todos os pequenos animais que se movem rente ao chão”.' (Bíblia: Gênesis 1-26)

Durante a criação do mundo, segundo a visão católica, Deus criou o homem e ordenou que o mesmo dominasse todos os animais, desta forma, atualmente, muitos de nós tendo ou não o conhecimento bíblico, achamos que somos superiores aos animais, que podemos maltratá-los para fins de divertimento, em momentos de raiva e de tantas outras formas. Apesar desses atos de crueldade com os animais, acredito que a grande maioria da população já está ciente de que maus tratos é crime, podendo haver até prisão em casos mais graves.
A Declaração Universal dos Diretos dos Animais, criada em janeiro de 1978 é bastante clara quando diz que os animais, sejam eles domésticos ou selvagens, têm direitos como os seres humanos, sendo assim, separei algumas partes da  Declaração, referindo-se principalmente aos animais domésticos para refletirmos se realmente tratamos de forma coerente nosso pequenos amigos:
Artigo 2º, parágrafo 3 – Todo animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem.
Artigo 6º, parágrafos 1 e 2 – Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito de uma duração de vida conforme a sua longevidade natural; O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.
Artigo 11º, parágrafo único – Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida.
Artigo 13º, parágrafo 1 – O animal morto deve ser tratado com respeito.
Artigo 14º, parágrafo 2 – Os direitos animais devem ser defendidos pela lei como o direito dos homens.
Por fim, faço alguns pedidos a todos: se não pode cuidar, dar amor, carinho e atenção, manter um ambiente com o mínimo de estrutura, não adote. Se ver qualquer situação de descaso e maus tratos a animais, denuncie! Eles não falam, mas sentem tudo o que fazemos para o bem estar deles ou não, são nossos amigos e só querem nos dar um amor único, só necessitam que esse amor seja recíproco.



Aborto: Escolha ou Crime?!




O que muitos julgam como crime, às
vezes pode ser uma escolha melhor
para sua vida e também para a
sociedade, pois a criança mal criada é
o bandido do futuro. Em muitos
países o aborto induzido é permitido
até a 24 ª semana de gestação mas
isso não significa que todos sejam a
favor.
Veja alguns pontos de vista e a intervenção das religiões em relação a este
polêmico assunto:
Segundo a Igreja Católica Romana e o Espiritismo, todos têm direito à vida.
Eles não permitem induzir um aborto em nenhuma situação, pois perante a Deus isso trará consequências, mesmo que o feto tenha sido gerado de estupro, ou de
forma acidental.
Entretanto, os países protestantes foram os primeiros neste século a adotar legislações mais liberais em relação ao aborto. Em caso de uma gravidez de risco, a mãe pode optar por abortar ou arriscar continuar a gestação, mesmo que ela tenha que decidir entre a sua vida ou a do feto.
No Islamismo, o aborto é permitido durante os 120 primeiros dias de gestação, independente de ter sido estupro ou não, pois eles consideram que o feto ainda não é um ser humano.
Muitas mulheres preferem não abortar, mas quando a criança nasce, essa “mãe” joga um ser humano no lixo, ao meu ver isso sim é um crime indignante e deveria ser severamente punido tanto pela Igreja quanto pela justiça.
E em outros casos a mãe deixa de abortar por causa de religião mas acaba não conseguindo
cumprir o papel de mãe e pai, muitas vezes criando um bandido para a sociedade.
Creio que seja uma escolha que cabe à própria mulher decidir ter ou não um
filho sem se preocupar com julgamentos alheios até porque aborto é questão de
saúde pública e não de religião ou opinião!
Mulheres têm livre arbítrio de mandar no seu próprio corpo!


Um trabalho de: Daniela Dall’agnol e Juliana Quelin, 302.

Aborto - Precisamos falar sobre o assunto!



“A palavra aborto vem do latim abortus, que, por sua vez, deriva do termo aborior. Este conceito é usado para fazer referência ao oposto de orior, isto é, o contrário de nascer. Como tal, o aborto é a interrupção do desenvolvimento do feto durante a gravidez.”

Quando o assunto é aborto muitas opiniões vem a ser discutidas, é polêmico, ser a favor ou contra o aborto, pois então... Apesar de ocorrerem muitos caso de abortos por todo o mundo, nenhuma mulher deve ter sentido realmente o prazer de abortar, e por mais que seja trágica esta escolha podemos dizer, se a a mulher não quer ter filhos, deviamos respeita-la.
Se alguma mulher engravida, por qualquer motivo, por abuso, por alguma falha, enfim, e ela decide abortar, por que não respeitam a decisão da mesma? Ela deveria ter esse direito de livre escolha, além do mais, diz respeito à sua vida. Não devemos esquecer que há abortos espontâneos também, que ocorre porque o feto não está se desenvolvendo normalmente.

O mais necessário dos casos seria quando a pessoa é forçada a fazer o ato sexual, ou seja, é estuprada, que por consequêcia, pode engravidar. Trazendo muitos problemas futuros, não só para a mãe, assim como para a criança, porque de algum modo, aquilo que gerou-la não foi feito com amor, trazendo lembranças ruins e podendo até faltar coisas importante na vida, como o carinho.
Há varios tipos de prevenção e todos podem ser comprados e até mesmo ganhados em postos de saúde, se prevenir para que não aconteça de engravidar,  é mais simples do que parece.
O fato de ser proibido o aborto não acaba com os acontecimentos do mesmo. Ninguém aqui está dizendo que é a favor ou contra, aliás, casos de abortos tem diferentes razões. Cada um tem seu conceito sobre isso, mas e ai, qual é o seu?

Trabalho de Filosofia de Gabriele de Moraes e Peterson Godinho